Hoje o dia não foi de pedalar, ficamos em Colônia. Isso não quer dizer que ao chegar o final do dia não estivessemos muito cansados. Andamos praticamente sem parar das 9:30 as 23:30.
As onze encontramos nossa guia, Cristina, no escritório de turismo. Brasileira, vivendo há mais de 20 anos em Colônia mostrou-nos os detalhes da história dessa importante cidade alemã.
O ponto mais importante da cidade é a Catedral gótica que levou mais de 600 anos para ser terminada. Foi apenas no final dos anos 1800 que bateram o martelo quanto ao seu encerramento. Poupada dos pesados bombardeios das Segunda Guera, pode-se ver em seus murais, diferentes estilos e épocas da arte.
A cidade é periodicamente vítima da fúria das águas do rio. Para combater as enchentes a cidade adotou uma solução muito inteligente. Ao longo do rio são colocados e embutidos no chão uma base de parafusos que serve para fixar paineis de aluminio, que colocados lado a lado foram um dique de contenção das águas. Dessa forma não se criou uma barreira fixa que acabaria com a beleza da cidade.
Colonia segue uma tendência mundial revitalizando suas antigas áreas portuárias. Aqui, novos edifícios com arquitetura arrojada são construidos onde um dia guindastes trabalhavam sem parar para descarregar os cargueiros.
No final da tarde andamos pela ára de compras da cidade e encontramos uma loja sensacional para quem gosta de esportes, chamas-se www.globetrotter.de. Com quatro andares tem tudo o que se imagina para quem gosta das mais vairadas formas de esporte. Uma enorme piscina serve para os clientes testarem caiaques, aparehos de mergulho e outros objetos nauticos. Um freezer enorme serve para quem quer testar as roupas de frio. É realmente uma loja surpreendente.
Aqui também é possivel alugar bicicletas. Através de um cadastro prévio é possível retirar uma bicicleta em algum ponto da cidade e deixá-la em outro.
Resolvemos atravessar para o outro lado do rio para ver o ascendimento das luzes da catefdral. Na ponte que atravessamos existe uma prática curiosa. Milhares de cadeados são colocados na ponte por pessoas apaixonadas com o nome dos dois amantes. O ritual faz com que depois de travado, as chaves sejam jogadas no rio. Dizem que o relacionamento dura para sempre quando isso é feito.
A espera pelas luzes da igreja valeu.
Amanhã nosso destino será Duisburg.

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