A idéia original era pegar o carro para levar a bike do Flávio, que dormiria conosco essa noite e seguiria para Amsterdam no dia seguinte. Na primeira bicicletaria não encontramos a caixa. O homem estava tenso com a possibilidade de '~ao encontrar, pois era sábado, e se o comércio fechasse, tudo se complicaria. O pessoal do escritório de Turismo de Duisbuirg foi muito gentil e nos ajudou em tudo. Ligou para um local e conseguimos saber onde havia uma bicicletaria que tinha a caixa. Ficava para os lados de onde era a locadora do carro. Resolvemos então ir pegar o carro e depois a caixa. O carro disponível era uma perua Audi A6. Perfeita para a viagem minha e do João na sequêencia, pois cabia duas bikes dentro e as malas. Contudo vimos que não conseguiríamos colocar as tres bikes contando a caixa da bike do Flávio.
Sa sequência descobrimos que não daria para pegar um trem de bike entre os dois paises. O dia estava chuvoso e frio naquele momento. Depois de muito pesquisar junto com o pessoal do Turismo de Duisburg, vimos que não havia opções boas. O Flávio acabou optando por ir para Amsterdam. No final das contas a solução foi levarmos ele e sua bike até a cidade de Einhoven na Holanda, que ficava a 100Km e depois voltar para pegar nossas bikes. Com isso não poderíamos pedalar naquele dia.
Levamos o Flávio e voltamos em menos de duas horas. Andar a 180 KM/h por aqui é comum e seguro.
Voltamos ao hotel, pegamos a bike, compramos um mapa de estradas da Europa para ter uma visão mais abrangente das rotas. O carro tinha um sistema de navegaçao por GPS incrível.
Resolvemos dentro daquela situação ir para Gouda, cidade que deu nome ao queijo. Chegamos lá as 21 horas. A cidade é linda, o Sol ainda brilhava em sua praça central, mas o vento gelado nos convidada a entrar em algum restaurante. E foi o que fizemos. Ficamos lá até as 23 Horas.
Coloquei o endereço de um hotel que havia anotado e a Computadora que recebeu o nome de Gabriela nos indicava com precisão nosso destino. Chegando lá o preço que nos queriam cobrar era o dobro do que eu havia checado na internet.
Voltei ao carro e usando a Gabriela, pedimos indicações de hoteis na área. Escolhemos um chamado Savoy Eden que ficava à 3,6 Km. O preço de 100 Euros estavam razoável e incluia o café. Chegamos por volta da meia-noite. Ai foi simples, um banho quente e cama. O dia havia sido longo e tenso com tantas situações que tiveram que ser resolvidas.
Andar de carro depois de pedalar tanto era muito engraçado. Ah, Hoje é dia dos namorados.

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