Acordamos sem colocar despertador. Infelizmente o relógio biológico nos fez acordar no mesmo horário de sempre. Depois de tomar café montamos as bikes que dormiram dentro da perua Audi. Fizemos um tour pelo centro de Roterdã. Muitas ruas das cidade estavam sendo fechadas para uma corrida de rua. As ciclovias eram parte integrante da cidade. Cruzamos pela última vez com o Reno, que vimos nascer Na Suiça como um córrego tímido, que ganhou seu nome prõximo de Llanz, que ajudou a formar o lago Constança e que virou navegável na Basiléia. Acompanhamos sua infância, sua adolência e agora vemos sua maturidade.
Roterdã é uma cidade modernizada com uma arquitetura arrojada, mas que não colide com a tradicional. Nosso passeio durou até a hora de almoço quando resolvemos ir até Haia, ou Den Haag. Aqui o Reno termina o seu longo trajeto desaguando no Mar do Norte. Finaliza um ciclo de vida que pudemos acompanhar e testemunhar sua importância para os países que são banhados por ele.
Em Haia almoçamos, mas resolvemos não pedalar até o mar, deixamos para fazer isso em Wiidwijk mais ao norte. Ali encerramos a pedalada chegando até a praia.
Dos Alpes ao Mar do Norte, uma pedalada pelo Reno foi mais um projeto utilizando a bike como principal meio de transporte. Nessa viagem busquei integrar a bike com outros meios de transporte, buscando mostrar como é possível obter o melhor de todos eles.

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